Oi!
Eu sou a pessoa que larga as coisas pra lá.
Proponho coisas mirabolantes pra mim mesma e não faço. Esqueço, tento esquecer, desisto...
Sou a pessoa que tem crises de preguiça de todo meio eletrônico. E, durante as crises, fico cheia de culpa por largar tudo pra lá. Aí, quando passa, saio mandando e-mail pra geral, escrevendo 2 posts por dia, mandando scrap, pesquisando coisas inúteis.
A mesma coisa acontece com fotografias. Eu tenho um sorriso amarelo pronto pra sair em fotos. E isso não vai mudar. Ainda prefiro do que ter as gengivas fotografadas, expostas pelo sorriso espontâneo demais pra registrar. Voltando, também fico com preguiça das fotos. Eu adoro vê-las prontas. Mas acabo com preguiça de sair em fotos nos eventos e fico sem foto pra ver depois...
Tinha resolvido transformar esse blog em um blog de receitas. E cadê a paciência de ficar colocando as receitas aqui? Porque a maioria delas tem uma base escrita, mas eu não sigo exatamente. Por isso mesmo era bom registrar... Mas a preguiça toma conta.
E também tem gente que bica esse blog. Não os leitores assíduos (as 6 pessoas que eu sei que lêem quando podem). Tem 3 pessoas que bicam. Bicam mesmo. Não são amigos, nem mesmo colegas. São pessoas que joguei no lixo da minha vida, por ter cansado de insistir em coisa que não saía do lugar. E eu fico com mais preguiça de escrever quando lembro que esse povinho vai fuçar.
Eu sou a pessoa que bebe e fala um monte de coisas que não devia com os outros. Alguns de vocês já tiveram oportunidade de apreciar esses momentos péssimos. Eu sei, não é legal.
Uma pessoa desagradável, mas mediana. Medíocre na chatice. Não sou a mais chata do mundo, nem a mais bacana. Eu me esforço (pra ser a mais chata), mas não consigo. E o pior é isso: Eu nem quero ser legal.
E essas não são as piores confissões que eu poderia fazer. Mas já merecem a tarja preta, já que eu revelarei agora que, sim, gosto do rei. Essa coisa da tarja, madame sabe bem, começou com uma confissão leve, sobre gosto musical.
Mas já fiz tarja de bolso. E andarei com ela pela rua pra confessar coisas piores. Especialmente, depois de beber...Até eu largar pra lá a tarja, coitada. Esquecida em alguma mesa suja de buteco.
Larguei pra lá minha vontade de entender a cabeça dos outros. Ela nunca foi uma vontade enorme... Foi bom. Assim, parei de tentar entender as atitudes também. Melhor assim. Garanto mais uns dias fora da camisa-de-força.
Mas ainda não larguei pra lá a vontade de ver uma ou outra criatura com os cabelos em chamas. E também não larguei minha caixinha de fósforos pra lá.

Escrito por cacavel às 18h21
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